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Israel: Homossexuais podem adoptar February 13, 2006

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O Estado de Israel reconheceu formalmente a adopção de crianças por um casal de lésbicas, atribuindo a cada uma delas o estatuto de mãe legítima dos filhos da outra. As duas mulheres educam juntas os três filhos que geraram por inseminação artificial. O reconhecimento oficial pelo Estado é o culminar de uma longa batalha jurídica vencida no ano passado pelas duas mães no Supremo Tribunal de Israel. A justiça israelita já reconhecera em Dezembro de 2004 a validade de uniões homossexuais para efeitos de propriedade e herança.

Jornal de Notícias

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Duas pessoas feridas em desfile anual de homossexuais em Jerusalém June 30, 2005

Posted by igualdadenocasamento in Israel.
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Um homem e uma mulher foram hoje apunhalados por um judeu ultra-ortodoxo quando participavam no desfile anual de homossexuais “Orgulho Gay”, em Jerusalém, informou a rádio pública israelita.

O agressor, que atacou os dois manifestantes com uma faca, foi detido de imediato pelas autoridades. As vítimas apresentam ferimentos ligeiros e foram transportados para o hospital de Jerusalém, referiu a emissora.

A Câmara Municipal de Jerusalém, governada desde Junho de 2004 por um judeu ultra-ortodoxo, Uri Lupoliansky, proibiu este desfile, mas os representantes dos homossexuais dos dois sexos recorreram desta decisão junto do tribunal do distrito de Jerusalém.

Este último desautorizou a posição da autarquia, por considerar que esta “não tinha o direito de discriminar uma parte da população devido às suas orientações sexuais”.

Após a decisão do tribunal, o ministro do Interior trabalhista, Ophir Pines, ordenou de imediato ao município que permitisse este quarto desfile em Jerusalém Oriental na data prevista, sob protecção policial.

Apesar da hostilidade que os gays e as lésbicas (em menor número) suscitam nos círculos religiosos em Israel, a homossexualidade foi legalizada em 1988 e os direitos dos casais “gays” são cada vez mais reconhecidos pelos tribunais.

Em Espanha, o Parlamento aprovou hoje a lei que permite aos homossexuais casarem e beneficiarem de todos os direitos associados, desafiando a forte oposição da Igreja Católica e completando a emblemática reforma social do Governo socialista.

Com a votação de hoje, a Espanha torna-se no terceiro país europeu e quarto no mundo a legalizar o casamento entre pessoas do mesmo sexo, depois da Holanda, Bélgica e Canadá.

RTP